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Acompanhamos, no último dia 12, a suspensão das aulas no Departamento de Geografia da USP após a confirmação de um aluno infectado pelo Covid-19. A partir do dia 13, a Unicamp suspendeu todas as suas aulas e atividades presenciais. Em seguida, as duas outras universidades estaduais paulistas, USP e Unesp, também suspenderam todas as aulas presenciais. Seguindo as decisões do Cruesp, dezenas de outras faculdades e universidades pelo Brasil decidiram suspender suas aulas e grande parte de atividades presenciais.

Mas eis que entra a questão: a ciência e as universidades não são tão importantes para o Brasil? Então por que quando mais precisamos elas nos “abandonaram”?

O que acontece, na verdade, é um replanejamento nas dinâmicas das universidades, de forma a colocar professores, alunos e funcionários no menor risco possível. No caso da Unicamp, por exemplo, serviços essenciais continuam a funcionar. A USP, em meio aos cancelamentos, ainda trabalha em uma vacina contra o Covid-19. 

“A UFSCar deve, neste momento, assumir sua responsabilidade de melhorar a saúde da população, e ajudar a sociedade a vencer o COVID-19 e com todo cuidado e proteção da sua comunidade”, diz a Dra. Wanda Hoffmann, reitora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em comunicado aos alunos.

“Não vamos “paralisar” nossas atividades; vamos continuar trabalhando, mas de modo diferente: cumprindo nossa missão, e ao mesmo tempo preservando nossa saúde e a saúde dos que vivem ao nosso entorno. A comunidade interna e externa ficará orgulhosa ao perceber que, apesar das dificuldades, não deixamos de cumprir nossa missão.”, ainda segundo a reitora, no comunicado. [Unicamp, Jornal USP e UFSCar].