(Créditos da imagem: Reprodução).

Dor de barriga? Estresse? Ansiedade? Dor de cabeça? Suor nas mãos? Você já passou por algum desses além de outros sintomas, ou melhor, efeitos psicossomáticos na escola durante a temida semana de provas? Ou mesmo durante qualquer momento em que se sentiu pressionado(a) e tenso(a) apenas por saber que seu desempenho estava sendo julgado? Esta realidade, embora mais comum do que deveria, tornou-se tão naturalizada na vida dos estudantes que na maioria das vezes não é sequer questionada por acreditarmos que se trata de uma cultura que faz parte dos nossos sistemas de ensino ou que deve acontecer deste modo porque é assim que aprendemos por décadas ao longo da nossa trajetória escolar.

O que você não deve saber, porém, é que esse fenômeno que tem se exacerbado nas escolas tem nome e é cientificamente comprovado: estamos falando de sofrimento psíquico! Não se assuste, pois se trata de um processo vivido por todos, é intrínseco à natureza humana, todos nós sofremos psiquicamente durante toda a nossa vida, mas ele pode e deve ser amenizado por práticas avaliativas mais inclusivas e acolhedoras que prezam pelo bem-estar do educando.

Interessante, não é? Estas e outras questões são debatidas na obra Avaliação da aprendizagem e sofrimento psíquico: impactos na formação e no desenvolvimento discente, recomendada a todos aqueles que buscam entender o que realmente acontece conosco em grande parte de nossos traumas escolares!

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Victor Moraes
Doutorando e mestre em Educação e Saúde na Infância e na Adolescência pela UNIFESP. Pedagogo pela mesma universidade com mobilidade internacional em Ciências da Educação pela Universidade do Porto (Portugal). Membro do grupo de pesquisas Integração de alunos enfermos às escolas regulares, certificado no diretório de grupos de pesquisa do CNPq. É professor da Rede Municipal de Educação de São Roque e atua na área científica de alfabetização, atendimento escolar hospitalar e avaliação da aprendizagem.

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