(Créditos da imagem: Ian Lindsay/Vancouver Sun/Deposit Photos).

Jeanny Yao, de 21 anos, e Miranda Wang, de 22 anos, que desenvolveram o projeto há anos, dizem que encontraram uma maneira de “reciclar” o plástico em “compostos e biossurfactantes valiosos para a indústria têxtil”.

Elas fazem isso usando bactérias geneticamente modificadas para quebrar quimicamente polímeros plásticos — como poliestireno e filme de polietileno — e transformá-los em compostos orgânicos e inorgânicos.

Jeanny Yao e Miranda Wang. (Créditos da imagem: Ian Lindsay/Vancouver).

As cientistas apresentaram suas descobertas em uma recente palestra no TED e receberam não menos do que cinco prêmios de prestígio da Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, por suas descobertas. A dupla também ganhou vários concursos de empreendedorismo para sua descoberta e conseguiu mais de US$300 mil em financiamento, de acordo com o Vancouver Sun.

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A dupla agora planeja se mudar para o Vale do Silício para promover o desenvolvimento de sua tecnologia inovadora.

As bactérias geneticamente modificadas podem dissolver efetivamente o plástico em dióxido de carbono e água. Elas estão interessadas ​​agora em desenvolver uma técnica para quebrar homopolímeros mais complexos, como o poliestireno.

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Jeanny e Miranda dizem que seus produtos estão a cerca de dois anos de estarem disponíveis comercialmente. [Unilad].

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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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