(Créditos da imagem: NASA).

A astronauta da NASA Christina Koch juntou-se à tripulação a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em março e, nesta quarta-feira, a agência estadunidense anunciou planos para estender sua missão espacial até fevereiro de 2020.

Com o prolongamento da missão, Koch ocupará a segunda posição no ranque mundial de maior permanência no espaço e vai ser a mulher com o recorde de maior estadia espacial. Os dados de sua viagem podem ajudar a humanidade a chegar ao planeta Marte.

Ao final da missão, Koch passará 328 dias no espaço. Isso é um pouco menos que a missão espacial de 340 dias do astronauta Scott Kelly, que gerou dados incrivelmente valiosos sobre o impacto das viagens espaciais de longo prazo no corpo humano.

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Esses dados são importantes porque temos muito a aprender sobre como o voo espacial a longo prazo afeta os humanos antes que possamos enviar astronautas para Marte. Jennifer Fogarty, cientista chefe do Programa de Pesquisa Humana da NASA, considera que a missão de Koch nos ajudará a compreender este fenômeno.

Fonte:Futurism
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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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