“Se você quer chegar em algum lugar na vida, tem que tentar estar morto”. (Créditos da imagem: InspiroBot).

Ficamos impressionados ao vermos os surpreendentes resultados obtidos por Inteligências Artificiais (IA) e, ao mesmo tempo, um pouco preocupados. O AlphaGO é um ótimo exemplo disto: um sistema de aprendizado de máquina que é melhor do que qualquer humano em um dos jogos mais complexos do mundo. E o que dizer das redes neurais do Google que são capazes de criar suas próprias IAs autonomamente? São simplesmente incríveis.

Mas quando uma IA falha, provavelmente achamos engraçado. Você se lembra do Chatbot, uma IA criada pela Microsoft que tinha o objetivo de aprender a conversar com pessoas a partir de tuítes? Previsivelmente, o bot rapidamente se tornou um fanático racista e de boca suja.

Agora, uma nova IA apareceu na web e tem o nome de InspiroBot. Ela cria “cartazes inspiradores” para você, do tipo “Mire para a Lua. Se você errar, vai pousar entre as estrelas” em uma fonte esteticamente agradável com uma imagem de fundo calma e bonita do espaço profundo ou algo assim.

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O problema, no entanto, é que o InspiroBot ficou conturbado. Ocasionalmente, ele publica vagas citações inspiradoras, mas na maioria das vezes, ele publica coisas sinistras, como os exemplos a seguir demonstram.

“Continue em pânico”. (Créditos da imagem: InspiroBot).
“Antes da inspiração, vem a matança”. (Créditos da imagem: InspiroBot).
“Tente dizer a si mesmo que você é horrível”. (Créditos da imagem: InspiroBot).

Até o momento, não há informações que explicam como o InspiroBot cria esses cartazes.

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“Basear sua vida cotidiana na ciência cria solidão”. (Créditos da imagem: InspiroBot).

Quer tentar a sorte e ver que tipo de pôster o Inspirobot vai te oferecer? Clique aqui (disponível somente em inglês). [IFLS].

“Nunca pare de ser estranho”. (Créditos da imagem: InspiroBot).
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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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