(Créditos da imagem: Reprodução).

O que sabemos é que a diversidade de organismos vivos é resultado do processo evolutivo.

A evolução é um fato que está baseada em várias evidências como, por exemplo, nos pseudogenes, nos retrovírus endógenos compartilhados e no fato de que todos os organismos compartilham genes em comum.

O registro fóssil é uma forte evidência evolutiva, pois com ele podemos ver características em comum entre as linhagens mais próximas, a anatomia comparada e a distribuição geográfica de espécies vivas. A embriologia vai ainda mais longe, porque ela mostra a factualidade da ancestralidade comum.

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Simplesmente não há dúvida que ancestralidade comum dos seres vivos é um fato.

Além do mais, a especiação já foi observada, assim como os mecanismos responsáveis pelos processos evolutivos em si (mutação, seleção natural, deriva genética e fluxo gênico).

Referências:

  1. WILCOX, Christie. “Evolution: Watching Speciation Occur | Observations”; Scientific American. Acesso em: 24 jun. 2018.
  2. PETROV, D. A. et al. “Pseudogene evolution and natural selection for a compact genome”; NCBI, 2000. Acesso em: 24 jun. 2018.