(Créditos da imagem: Reprodução).

Quando nos aproximamos muito de um corpo, temos a sensação de o estar tocando. Mas o que realmente acontece é a chamada repulsão elétrica (fenômeno do afastamento entre duas partículas que possuem cargas elétricas idênticas, ou melhor, de mesmo sinal [positivo, positiva; ou negativo, negativo]). Por isso, portanto, não tocamos em nada.

Todavia, a repulsão elétrica não é uma força infalível. Quanto são submetidos a altas temperaturas e altas pressões, os átomos de hidrogênio, por exemplo, ganham uma força suficientemente forte o bastante para vencer a repulsão. Sempre que isso acontece, temos a fusão nuclear, fenômeno que permite que as estrelas brilhem e liberem energia através do Universo.

(Créditos da imagem: Reprodução/Cosmos: A Spacetime Odyssey).
Compartilhe:
Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 17 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

3 comentários

  1. Uma fração é representada por um número sobre o outro, separados por um pequeno traço horizontal. Numerador o de cima e denominador o debaixo.
    Se a minha mão estiver a uma certa distância de uma mesa, vamos chamar essa distância de “d”. Agora, vamos dividir essa distância ao meio, aproximando a mão até a metade de distância anterior. Ou seja, dividi a distância “d” por dois, assim, ficou d/2. Vamos tornar a diminuir a nova distância pela metade, ou seja, d/4. E prosseguindo: d/8, d/16, d/32…
    Nesse ponto, a mão estará praticamente “encostada” no tampo da mesa.
    É aí é que as coisas tornam-se matematicamente interessantes.
    O denominador, ou seja, o número debaixo de “d”, poderá ser aumentado infinitamente: 32, 64, 128, 256, 512… Os números naturais são infinitos. Sua progressão geométrica também.
    Assim, a distância de minha mão à mesa irá diminuindo e diminuindo e diminuindo… infinitamente!
    Aí é que está a “mágica”, a mágica da Ciência.
    Eu poderei aumentar o denominador quantas vezes quiser, ou seja, diminuir a distância o quanto quiser, infinitamente, porém, jamais encontrarei um fim.
    O resultado da fração poderá se aproximar infinitamente de zero, todavia, NUNCA chegará a zero. Ou seja, a distância entre a minha mão e a mesa nunca será zero e, portanto, aquela nunca irá se enconstar nesta.
    E não deixa de ser maravilhoso que o universo dos átomos confirme isso…
    (Adaptação livre de um trecho de meu livro “O Olhar de Hirosaki”.)

  2. Matéria fascinante, (já sabia desse fato), no entanto não resisti e cliquei nela. Gostaria de fazer uma observação; O comentário completou a matéria. -Passei a ler o seu livro!

Deixe seu comentário!

Por favor, digite o seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui.