(Créditos da imagem: Reprodução).

Os cientistas comemoraram em 2017 a descoberta do que pode ser o espécime de dinossauro mais preservado já encontrado na história. De nome científico Nodosaurus, o fóssil do nodossauro tem cerca de 110 milhões de anos.

Em 2011, Shawn Funk, operador de equipamentos pesados da empresa de energia Suncor, em Alberta, estava perfurando areias de petróleo bruto quando, de repente, descobriu rochas com cores amarronzadas que pareciam com costelas.

“Definitivamente, nada que já tivéssemos visto antes”, disse Funk em uma entrevista em 2011. Ele ainda não desconfiava que ele acabara de encontrar um dinossauro.

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Em 2017, o exemplar foi finalmente exposto ao público no Museu Royal Tyrrell. Os cientistas dizem que uma quantidade significativa de “pele” e “armadura do fóssil de dinossauro que se estende do focinho aos quadris” estavam intactas.

“Nós não temos apenas um esqueleto. Temos um dinossauro como ele realmente teria sido”, disse ao National Geographic Caleb Brown, pesquisador do Museu Royal Tyrrell.

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(Créditos da imagem: Reprodução).
(Créditos da imagem: Reprodução).
(Créditos da imagem: Reprodução).
(Créditos da imagem: Reprodução).
Concepção artística de como deveria ter sido um nodossauro. (Créditos da imagem: Herschel Hoffmeyer/Shutterstock).
Adaptado de Rafael Coimbra para a Sociedade Científica.
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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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