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O número de mulheres na ciência vem crescendo ao longo dos anos, apesar dos desafios enfrentados. Os dados obtidos são do Centro de Estudo de Ciência e Tecnologia pertencente a Universidade de Leiden, na Holanda, e foram computados entre 2014-2017.

A seguir será possível observar a quantidade de mulheres envolvidas nas pesquisas por porcentagem de acordo com o total de pesquisadores com gênero definido de cada universidade:

  1. Universidade Estadual de Maringá: dos 7.861 pesquisadores com gênero definido, 4.254 são mulheres, o equivalente a 54,1%;
  2. Universidade Federal de São Paulo: dos 19.526 pesquisadores com gênero definido, 9.966 são mulheres, o equivalente a 51,0%;
  3. Universidade Federal de Santa Maria: Dos 11.227 pesquisadores com gênero definido, 5.671 são mulheres, o equivalente a 50,5%;
  4. Universidade Federal do Rio Grande do Sul: dos 30.514 pesquisadores com gênero definido, 15.098 são mulheres, o equivalente a 49,5%;
  5. Universidade Federal de Minas Gerais: dos 24.642 pesquisadores com gênero definido, 11.568 são mulheres, o equivalente a 46,9%;
  6. Universidade Federal Paraná: dos 11.611 pesquisadores com gênero definido, 5.369 são mulheres, o equivalente a 46,2%;
  7. Universidade Federal da Bahia: dos 6.426 pesquisadores com gênero definido, 2.955 são mulheres, o equivalente a 46,0%;
  8. Universidade Federal do Rio de Janeiro: dos 27.339 pesquisadores com gênero definido, 12.191 são mulheres, o equivalente a 44,6%;
  9. Universidade Federal de Goiás: dos 6.382 pesquisadores com gênero definido, 2.843 são mulheres, o equivalente a 44,5%;
  10. Universidade Estadual do Rio de Janeiro: dos 7.357 pesquisadores com gênero definido, 3.253 são mulheres, o equivalente a 44,2%.

Contabilizando o número total de mulheres independente do total de pesquisadores, a Universidade de São Paulo é a que apresenta maior número de mulheres envolvidas na ciência com um total de 39.490. Seguidamente, vem a Universidade Estadual Paulista com 15.553, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul com 15.098 mulheres.

A maioria das áreas de pesquisas das cientistas brasileiras estão entre:

  • ciências biomédicas e da saúde;
  • ciências da vida e da terra;
  • ciências físicas e engenharia.

Assim, pode ser observado que mesmo com o cenário de dificuldades enfrentadas e pela falta de grandes reconhecimentos pela sociedade, é possível observar cada vez mais o interesse das jovens pela ciência.

“A vida não é fácil para ninguém. Mas… O que importa? É necessário preservar e, acima de tudo, confiar em nós próprios. Temos de sentir que somos dotados para realizar uma determinada coisa e que temos de a alcançá-la, custe o que custar!” — Marie Curie.