(Créditos da imagem: Krista Trinder).

Com uma bela referência ao filme infantil “Os Sem-Floresta”, um grupo amador de perseguição de auroras nomeou um tipo de aurora até então desconhecida. O mundo enfim conheceu STEVE.

Utilizando o satélite Swarm da ESA, cientistas coletaram dados da aurora e perceberam um aumento incomum na temperatura dos elétrons e uma perda de densidade, além de observações dos íons.

Um estudo sobre a descoberta foi feita por cientistas da NASA, que concluíram que realmente é um novo tipo de estrutura subauroral. O estudo foi publicado no periódico científico Science Advances.

Após o estudo, os cientistas propuseram o nome Strong Thermal Emission Velocity Enhancement (Fortalecimento da Velocidade de Emissão Termal Forte, em tradução livre) para a aurora, assim, ela poderia continuar se chamando STEVE.

“Esta descoberta contribui para uma compreensão mais ampla das auroras e da magnetosfera da Terra”, disse em entrevista ao portal IFLScience a doutora Elizabeth A. MacDonald, principal autora da pesquisa e heliofísica da NASA.

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Referência:

  1. MACDONALD, Elizabeth A. et al. “New science in plain sight: Citizen scientists lead to the discovery of optical structure in the upper atmosphere”; Science Advances. Acesso em: 15 mar. 2018.
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Mais um insignificante humano habitando um pálido ponto azul no vasto oceano cósmico circundante. Com minha ilusória auto-importância, característica humana, pretendo seguir carreira no jornalismo científico. Apaixonado pela ciência desde criança, sou uma das poucas pessoas que como diz Carl Sagan, “passam pelo sistema com sua admiração e entusiasmo intactos”. Atualmente faço o ensino médio em uma ETEC e escrevo para o Ciencianautas.

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