(Créditos da imagem: Reprodução).

A universidade de Toquio, em cooperação com o governo da cidade de Toyota, na província de Aichi, estão desenvolvendo um robô humanoide, o mesmo que dirigiu um carro em uma manifestação pública na cidade em 16 de novembro.

Batizado de Musashi, o robô de 1,6 metro de altura equipado com inteligência artificial fazia testes de segurança movendo os olhos de um lado ao outro, como se fosse humano. O robô conduziu o carro a um ritmo moderado e, quando percebeu a passagem de um pedestre pela estrada à sua frente, conseguiu parar o veículo, o que provocou aplausos dos espectadores. Ele “vê” pessoas, sinais de trânsito, marcações de estradas e outros veículos.

Algumas pessoas podem pensar que seria melhor integrar a IA em carros, eliminando a necessidade de um robô ao volante. Mas Musashi tem um propósito. Mãos e membros protéticos e assistência de direção para os idosos estão sendo desenvolvidos com base em dados coletados sobre os movimentos do robô durante a condução.

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Musashi é apontado como o sucessor de Kengoro, um humanoide considerado o melhor humanoide do mundo. Kengoro é capaz de fazer inclinações, abdominais, flexionar as costas e até mesmo rebater com uma raquete de badminton. Seus criadores também conseguiram fazer o robô “suar” através da imitação do sistema muscular. A “máquina humana” possui algumas aberturas para que o vapor possa sair da estrutura metálica sem que esta se superaqueça.

A tecnologia robótica segue avançando e com isso surgem novos robôs complexos e com diversas funções. Por exemplo, alguns são projetados para transportar suprimentos para soldados. No entanto, o objetivo final dos robôs humanoides é imitar, com a maior precisão possível, tudo o que os seres humanos podem fazer.

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Para tornar esse objetivo realidade, os investigadores japoneses tentaram equipar este tipo de robô com peças articuladas necessárias para que possam simular os movimentos humanos.

O objetivo dos cientistas japoneses é continuar aperfeiçoando os robôs humanoides para obter o resultado mais perfeito possível, ou seja, criar robôs que possam se mover como qualquer pessoa faz. Os pesquisadores asseguram que este tipo de robô poderá oferecer-nos ajudas significativas, pois com eles conseguiremos entender melhor como reage o corpo humano em certas situações como, por exemplo, em acidentes de automóveis.

Referência:

  1. KONSTON, Nash. “In Japan have developed a robot-driver”; Bobr Times. Acesso em: 11 dez. 2018.
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