(Créditos da imagem: Pixabay/Tag Hartman-Simkins).

Em 2011, pesquisadores descobriram um corpo congelado de um mamute-lanoso (Mammuthus primigenius) no pergelissolo siberiano.

Agora, uma equipe de cientistas japoneses despertou reações biológicas das células de 28 mil anos do mamute, tornando mais provável do que nunca que um dia poderemos trazer as espécies extintas de volta ao planeta.

Em um artigo publicado na revista Scientific Reports, a equipe da Universidade Kindai, no Japão, descreve como colocou núcleos de células do mamute preservado em óvulos de camundongos.

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Das várias dezenas de células injetadas, cinco mostraram sinais da atividade biológica que ocorre pouco antes da divisão celular.

“Isso sugere que, apesar dos anos que passaram, a atividade das células ainda pode acontecer e partes da célula podem ser recriadas”, disse o pesquisador Kei Miyamoto à AFP.

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Miyamoto diz que sua equipe agora “quer  empenhar-se em várias abordagens” para ver se pode dar vida a um mamute, mas ele adverte que os cientistas ainda têm um longo caminho a percorrer antes que possam ressuscitar esta espécie extinta — se tal façanha for mesmo possível.

“Ainda estamos observando as divisões celulares”, disse ele à AFP. “Estamos muito longe de recriar um mamute”, afirma o pesquisador.

De acordo com o Futurism, se pudermos ressuscitar o mamute-lanoso, há uma chance de a espécie nos ajudar a conter o aquecimento global, tornando-se uma meta que vale a pena perseguir.

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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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