BMW i3, vendido oficialmente no Brasil. (Créditos da imagem: Reprodução).

Os carros elétricos estão ganhando espaço pelo mundo. Empresas como a Tesla lideram o mercado e as inovações e, para não ficar para trás, empresas grandes também investem na área, tanto em híbridos, quanto em elétricos por completo.

No Brasil, no entanto, o mercado cresce lentamente. Carros caros, com pouca autonomia, poucas opções e falta de unidades de recarga. São diversos os problemas para esse tipo de veículo.

Todavia, o Brasil agora possui uma boa notícia. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), aprovou recentemente um investimento de R$6,7 milhões para o desenvolvimento de estações de recarga para os veículos elétricos. Esses recursos são oriundos do BNDES Funtec, fundo voltado para pesquisas aplicadas.

Serão desenvolvidas três tipos de estações: lenta, com recarga entre 6 e 8 horas; semirrápida, de 2 a 4 horas e rápida, de 1 até hora. A intenção é que essas estações possam ser instaladas em variados locais, como shoppings, residências, rodovias e estacionamentos.

Houve no Brasil, até anos 1990, uma empresa que, além dos carros a gasolina, fabricou carros elétricos. A Gurgel, fundada pelo visionário João Augusto Amaral Gurgel, possuía o modelo elétrico Itaipu. Endividada, em 1994 a empresa pediu ajuda financeira ao governo, que negou. Faliu no mesmo ano.

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Na época, dada a baixa qualidade das baterias, o carro apresentava baixíssima autonomia. Hoje, porém, com o desenvolvimento das baterias, é possível rodar algumas centenas de quilômetros, sem recarga no caminho, com alguns modelos de carros.

Com os investimentos na infraestrutura, é esperado que o mercado de carros elétricos no Brasil passe a crescer mais rapidamente.

Referência:

  1. BNDES. “BNDES aprova R$ 6,7 milhões para estações de recarga de veículos elétricos”. Acesso em: 21 out. 2018.
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Mais um insignificante humano habitando um pálido ponto azul no vasto oceano cósmico circundante. Com minha ilusória auto-importância, característica humana, pretendo seguir carreira no jornalismo científico. Apaixonado pela ciência desde criança, sou uma das poucas pessoas que como diz Carl Sagan, “passam pelo sistema com sua admiração e entusiasmo intactos”. Atualmente faço o ensino médio em uma ETEC e escrevo para o Ciencianautas.

1 comentário

  1. Maior furada. Comprar um carro elétrico é ter uma enorme dor de cabeça no tocante às baterias. Não duram o que os fabricantes garantem, representam 60% do valor do veículo e um problemão quando você tiver que trocá-las. A não ser que você queira jogar o carro fora e comprar outro. FURADA, E AINDA ESTÃO EMPURRANDO ESSAS PORCARIAS NOS BRASILEIROS. ASSISTAM ESSA REPORTAGEM DO JN: https://globoplay.globo.com/v/6904294/
    – Porque ninguém da espaço para o carro a ar? Será que o brasileiro adora engolir guela abaixo o que qualquer um oferece?

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