Lorena e João com o plástico que mostra o estado do alimento. (Créditos da imagem: Guilherme Pinto/Agência O Globo).

Desenvolvido por uma startup formada por alunos e ex-alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a embalagem muda de cor para verde ou rosa e indica se o alimento está próprio para o consumo.

O desenvolvimento do plasticor começou há um ano e a embalagem já foi premiada pelo Hackaton, evento de empreendedorismo realizado por alunos da UFRJ e pelo Sebrae.

“Fomos premiados como melhor projeto de sustentabilidade na área de alimentos e ganhamos a consultoria do Sebrae. A ideia é internacionalizar o projeto do bioplástico, que é biodegradável e inteligente”, explica Lorena Ballerini, aluna de nanotecnologia. “Além do dado estatístico, que é a data de validade, o consumidor vai poder verificar a embalagem do produto”, completa João Vitor Lira, estudante de biofísica.

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Para poder comercializar o produto, os desenvolvedores estão aguardando pela formalização da startup e pelo certificado do Ministério da Cultura e da Vigilância Sanitária, que pode delongar em até dois anos.

O plasticor vai poder funcionar de duas maneiras: embalando produtos para venda ou em fitas para que o cliente possa conferir se ele ainda pode ser consumido.

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Dependendo do Ph do alimento estragado, o plástico fica verde ou rosa. (Créditos da imagem: Reprodução).

De acordo com a startup, a indicação por meio da cor poderá evitar o desperdício em até 80% e, inclusive, vai evitar que se perca produtos por causa da validade. [Extra, Razões para Acreditar].

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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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