Imagem do eclipse solar total registrado em 1900 na Carolina do Norte. (Créditos da imagem: Royal Astronomical Society/British Film Institute).

Em 28 de maio de 1900, o mágico e cineasta Nevil Maskelyne entrou para a história ao gravar um eclipse solar total. Conforme um relatório da Royal Astronomical Society e do British Film Institute (BFI), a gravação foi registrada em uma expedição da Associação Astronômica Britânica à Carolina do Norte e recentemente foi escaneada e restaurada por especialistas em conservação no Arquivo Nacional da BFI.

Para filmar o eclipse sem danificar o equipamento, Maskelyne desenvolveu um adaptador de telescópio especial para sua câmera. O eclipse de 1900 foi, na verdade, a sua segunda tentativa. A primeira, um eclipse gravado na Índia em 1898, foi bem-sucedido, mas a caixinha de filme foi roubada durante a viagem de volta à Inglaterra.

“Esta é uma descoberta arquivística maravilhosa”, disse Joshua Nall, curador da informação digital do Museu Whipple da História da Ciência, em Cambridge, Inglaterra, em um comunicado. “É um registro surpreendente tanto do início do cinema quanto do eclipse vitoriano tardio.”

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Outros observadores do mesmo eclipse mediram a temperatura da coroa do Sol, ou a sua fina atmosfera exterior, e a temperatura e pressão do ar à medida que o eclipse passava. [ScienceNews].

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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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