Aranha-da-areia. (Créditos da imagem: Reprodução).

A aranha-da-areia (Sicarius sicariidae) não persegue as suas presas e não constrói teias. Em vez disso, ela usa a areia como disfarce. Os pelos microscópicos que cobrem suas costas aderem a areia, garantindo sua camuflagem.

O tamanho do seu corpo varia entre 0,8 centímetro a 1,5 centímetro. Essa aranha consegue sobreviver por um ano sem comida e água, e pode ter um período de vida de quinze anos.

Aranha-da-areia se camuflando. (Créditos da imagem: Reprodução).

Origem

A aranha-da-areia é um “fóssil vivo”: existe muito antes da África e América do Sul se separarem, há 100 milhões de anos.

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Algumas espécies se desenvolveram na América do Sul, mas as mais mortais se estabeleceram na Namíbia e no Cabo Setentrional.

O catastrófico veneno para os humanos

A aranha possui, talvez, o veneno mais letal do mundo: as picadas podem levar à perda de membros ou à morte, e não existe antídoto.

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Os sintomas são lentos e dolorosos: 1) dor após a picada; 2) à medida que os tecidos vão morrendo, vão aparecendo as lesões; 3) conforme o veneno se espalha na corrente sanguínea, os vasos sanguíneos se rompem, causando a falência dos órgãos.

Felizmente, essa aranha evita humanos. Só há uma morte registrada por causa dessa espécie.

Fonte:Nat Geo Wild
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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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