(Créditos da imagem: Reprodução).

Se você vive nas Américas, você provavelmente usou, de alguma forma, os algarismos arábicos durante todos os dias de sua vida. Se você vive em outra localidade, como por exemplo na França ou Austrália, você também usou os numerais arábicos.

Até na China e no Japão, onde outros numerais são utilizados ​​(零, Yī, 二, Èr e 三, por exemplo), os números arábicos ainda são empregados regularmente. A menos que você esteja lendo isto na Roma antiga, você provavelmente também os usa.

No entanto, uma pesquisa recente da empresa Civic Science descobriu que 56% dos estadunidenses gostariam que os numerais arábicos (que são os números 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9) fossem banidos das escolas americanas.

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Os pesquisadores perguntaram se “as escolas dos Estados Unidos deveriam ensinar os algarismos arábicos como parte do currículo escolar”. Dos 3.624 entrevistados, 56% deles disseram que não, enquanto apenas 29% disseram que sim.

A pesquisa foi projetada para expor os impulsos da população ao responder perguntas sem entendê-las. “O nosso objetivo neste experimento foi eliminar o prejulgamento daqueles que não entenderam a questão”, explicou o CEO da Civic Science, John Dick, no Twitter.

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Em vez de responder apenas “eu não sei”, as pessoas tendem a escolher opções baseadas em prejulgamento. Uma pesquisa mais antiga, de 2015, realizada pelo Public Policy Polling, mostrou que 41% dos partidários de Trump (e 19% dos democratas) apoiaram o bombardeio de Agrabah, uma cidade fictícia do desenho animado Aladdin, da Disney. [IFLScience].

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Giovane Almeida
Sou baiano, tenho 18 anos e sou fascinado pelo Cosmos. Atualmente trabalho com a divulgação científica na internet — principalmente no Ciencianautas, projeto em que eu mesmo fundei aos 15 anos de idade —, com ênfase na astronomia e biologia.

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