(Créditos da imagem: Shutterstock).

Em 1993 a Assembleia Geral das Nações Unidas criou o Dia Mundial da Água, uma recomendação à ONU, feita na Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992 (Eco-1992).

Hoje, 1 em cada 9 pessoas não tem acesso a água potável; 1 em cada 3 pessoas não tem acesso a um banheiro. Há cerca de 844 milhões de pessoas vivendo sem abastecimento de água potável, segundo dados do Water.org.

Essas pessoas que não contam com recursos de água potável e sanitários adequados são obrigadas a passar inúmeras horas na fila ou em trilhas para fontes de água distantes e, devido à água suja e sem tratamento, muitos têm problemas de saúde.

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A água conecta todos os aspectos da vida. O acesso à água potável e ao saneamento básico podem transformar rapidamente problemas em potenciais ao permitir o acesso das populações a educação, a oportunidades de trabalho e melhorando a saúde de homens, mulheres, crianças e famílias em todo o mundo.

O Dia Mundial da Água, em 22 de março de cada ano, procura focar a importância da água. O tema para o Dia Mundial da Água 2018 é “Soluções Naturais para a Água”, explorando soluções baseadas na natureza para os desafios da água que enfrentamos no século XXI.

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Com essa campanha, as Nações Unidas abordarão como estratégias de preservação e restauração ambiental podem proteger o ciclo da água e melhorar a qualidade de vida de diversas comunidades em todo o mundo.

Os danos ambientais, juntamente com a mudança climática, estão impulsionando as crises relacionadas à água que vemos em todo o mundo. Inundações, secas e a poluição da água são agravadas pela degradação de vegetação, solo, rios e lagos.

Quando negligenciamos nossos ecossistemas, tornamos mais difícil fornecer a todos a água limpa de que precisamos para sobreviver e prosperar.

As soluções baseadas na natureza têm o potencial de resolver muitos dos nossos desafios relacionados à água. Precisamos fazer muito mais com a infraestrutura “verde” e harmonizá-la com a infraestrutura “cinza” sempre que possível. O plantio de novas florestas, a reconexão de rios a planícies de inundação e a restauração de áreas úmidas, além da preservação de matas ciliares e nascentes, vão reequilibrar o ciclo da água e melhorar a saúde humana e a subsistência.

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Mestrando em Estudos Ambientais pela UCES, Buenos Aires. Graduado em Engenharia Civil e pós-graduado em Gestão Pública e Controladoria Governamental. Com interesse por ciência, tecnologia, filosofia, desenvolvimento sustentável e diversas outras áreas do conhecimento humano.

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